Tetris no Japão
Todos sabem que os nipônicos sempre levam maluquices e video-games a novos extremos, e este vídeo me parece uma boa prova disto:
Todos sabem que os nipônicos sempre levam maluquices e video-games a novos extremos, e este vídeo me parece uma boa prova disto:
Postado por
Felipe
às
16:23
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Categorias: Simuladores
Certas pessoas têm fascinação pela profissão médica (eu incluso), e tendo em vista a dificuldade de se entrar numa escola de medicina, uma gama bastante restrita de "simuladores" médicos são a única maneira de brincar de médico sem conotações infanto-sexuais (impressionante os assuntos que a wikipedia trata). O pessoal mais ligado ao Nintendo DS (e os que leram o título deste post) sabem que eu estou falando do jogo Trauma Center, mostrado no vídeo.
Como este é um jogo da Nintendo, não esperem por algo no estilo do antigo Life and Death (para quem se lembra dos anos 80). Como mais de uma review salienta (além, é claro do disclaimer na abertura do jogo), este jogo não simula nenhuma técnica avançada de medicina.
Na realidade o objetivo do jogo usar a caneta do DS para lutar contra super microorganismos e desarmar bombas, além, é claro, de flertar com a enfermeira teuto-nipônica desenhada em estilo anime. Os efeitos sonoros algumas vezes me davam a impressão de que o que eu estava jogando era Soul Edge ao invés de um simulador de cirurgia, em particular o som do bisturi, que mais parece o som de espadas de muitos jogos. Isto fica ainda mais evidente nas imagens do cirurgião logo antes de começar as "missões", que tu podes ver na tela ao lado, e que me parecem mais condizente com uma legenda dizendo "Let's kill them all" do que com o início de uma operação. Mas claro, isto provavelmente é apenas preconceito meu, visto que no Japão as coisas são diferentes do ocidente, e os cozinheiros de bares de sushi muitas vezes são Samurais aposentados.
Postado por
Felipe
às
06:46
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Categorias: Nintendo DS, Simuladores
O vício voltou. Pior que crack, cocaína ou LSD.
Desde o sucesso da série Championship Manager, durante a década de 90, os managers de futebol pipocaram por todos os lados. Nenhum dos concorrentes criavam jogo à altura do CM. Mas com a ruptura da equipe desenvolvedora o medo se instaurou entre os aficcionados(porque na época, o CM não tinha fãs, mas sim viciados).
Dessa briga surgiu a Sports Interactive, que em 2005 já sem o direito do nome do jogo inicial, revitalizou uma marca obscura de jogo desenvolvido originalmente para ZX Spectrum, Commodore e outros similares nos idos de 1982, chamado Football Manager.
O que era bom, ficou melhor. Hoje, na 3ª edição, FM fez o que poucos acreditavam que seria possível. Fazer os fãs esquecerem a série original.
A versão de 2007 apresenta inovações no trato entre os clubes, além de uma maior interação psicológica com os atletas.
Esse é o típico jogo que merece uma resenha melhor. Prometo fazer, assim que conseguir parar de jogar.
Mas eu juro. Não estou viciado. Eu paro quando quiser.

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Bueno
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21:13
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