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30.11.07

A arte do furto



Agora que consegui um tempo para postar novamente no site, gostaria de chamar a atenção para um jogo independente (e grátis) que me divertiu bastante por um par de semanas. Art of Theft feito pelo criador de algumas das reviews mais interessantes que eu vi na internet ultimamente, Yahtzee.



Art of Theft é um jogo no estilo do Prince of Persia original, Flashback e tantos outros da época. O personagem principal é um ladrão chamado Trilby (linkado para a Wikipedia para os nossos leitores não habituados com Inglês), que deve percorrer uma série de missões.



Como no Prince of Persia, a perspectiva é 2D com uma boa parte de cada ambiente sendo visualizada em cada tela, por onde o jogador deve navegar. Diferentemente do Prince of Persia, não há pulos e demais acrobacias, a não ser que se conte o guarda chuva do nosso (anti) herói.



Algumas das licenças artísticas do jogo incluem o fato de que as habilidades novas de Trilby são compradas com pontos de reputação, que são acumulados na medida em que o jogador melhora o seu desempenho em cada uma das missões, que podem ser feitas repetidas vezes para se melhorar o número de pontos.



Claro, sendo este um jogo caseiro, existem diversos pontos que não estão exatamente polidos. Ainda mais levando em consideração que este jogo foi feito em cima de vários hacks de um engine de fazer jogos tipo adventure. Ainda assim, o jogo é bastante divertido, e deve divertir uma pessoa por algum tempo.

Mesmo que os nossos comentadores de plantão não gostem do jogo, suspeito que eles vão gostar do site e da personalidade deste Yahtzee, pois ele é do tipo que gosta de insultar os seus leitores. Claro, ele usa de ironia nos insultos, como todo o piadista Britânico.

9.5.07

Mega Man no Atari 2600

Alguns Atarimaníacos andaram se juntando pra exercer todo o seu poder nerd e sua admiração pelo console oitentista através da criaçãod de uma versão Atariana do clássico jogo do NES, Megaman.

O jogo foi construido na linguagem Batari Basic, criada especialmente para desenvolvimento de jogos para emuladores de Atari. O resultado é realmente bacana, dada as dificuldades de fazer todo o trabalho à mão.

Liderados por David Galloway, os caras conseguiram liberar um demo jogável e dois vídeos para nossa apreciação.

Confira abaixo:



Mais informações aqui e aqui.

11.1.07

Wii have sex



Com este post, inauguro minha fase de conteúdo novo, talvez de baixíssimo nível, talvez colar links do YouTube não caracterize conteúdo "novo", mas isto são apenas tecnicalidades. Os comentários são meus de qualquer maneira.

Finalmente com o acesso ao YouTube reestabelecido no Brasil, depois do mal-falado incidente nas praias da Espanha, creio que não há melhor tipo de conteúdo para quebrar a censura do que este filme caseiro de comédia Geek soft core, gross out, com elementos de aventura, e nuances de perigo individual (parafraseando Hunter S. Thompson).

De antemão deixo o aviso para os Wiidiotas mais sexualizados, isto não é uma maneira segura de se utilizar o novo console da Nintendo. Eu sei que isto não consta nos guias de como utilizar o Wii, mas isto é uma questão de bom senso, que falta em muitas pessoas.

19.9.06

Blobamari Blobacy


Alguém aqui fala holandês? Bem, eu não, por isso é difícil reunir maiores informações sobre The Blob, um jogo para pc produzido pela tal de Banana Games. Pelo que eu consegui entender depois de traduzir a página deles pelo altavista babelfish, o jogo foi encomendado por um município, e tem a função de... de... sei lá, afinal de contas isso não importa. E, na verdade, o melhor é deixar a coisa mais misteriosa.

Enfim, em The Blob o jogador controla uma espécie de monstrinho feito de gelatina, que cai em uma cidade povoada por monstrinhos menores feitos de gelatinas de várias cores (imagino que de diversos sabores, é claro). Como um Katamari, ele é capaz de absorver os desesperados habitantes da cidade passando por cima deles. Cada vez que você faz isso, você fica da cor do pobre homenzinho, e pode ir pintando prédios e carros ao encostar neles, ganhando pontos. Você pode também misturar cores para conseguir novas colorações atingir alvos específicos espalhados pela cidade.

Pronto. É isso. Simples demais? Sim, e como é divertido. O controle do jogo é feito todo pelo mouse (mas fica bem mais fácil se você tiver uma trackball). Você movimenta o blob movimentando o mouse, pula com o botão esquerdo e vê o mapa/sai do jogo com o botão direito.

Com gráficos super limpos e leves, e uma trilha sonora bem feita, o joguinho só não é melhor por se tratar de um projeto aparentemente inacabado. Só existe uma fase, super longa, e você não é capaz de salvar. Não há opção de mudar os controles, e para quem não tem trackball, controlar o blob as vezes fica um pouco ruim. Mesmo assim, vale a pena pela experiência, fora o fato de ser mais uma prova de que o que realmente importa para fazer um bom jogo não é um projeto milionário, um arsenal gigante ou uma interface que você precisa de dias e dias para entender bem, mas sim uma boa e original idéia.

Baixe o jogo aqui (100mb, freeware)

http://binnenstad.hku.nl/ (site oficial, para você leitor que sabe holandês!)

Falando em Bandidagem

GTA não é a única alternativa para aqueles que desejam pratica atividades ilegais em jogos eletrônicos:

Crime Fighter é um jogo em que você é um ladrão em busca de fama no mundo do crime. Assim como Pirates!, em CF, a fama é necessária para que você possa recrutar bandidos para a sua gangue. Para isso, você precisa desafiar a lei das melhores maneiras possíveis, seja invadindo as mansões de ricaços, assaltando trens e lojas, etc...

Depois de ler esse parágrafo, provavelmente um cenário se desenhou na sua cabeça. Alguma mistura de Godfather, com gráficos de Battlefield 2, e exploração de mundo a la GTA, certo?
Pois esqueça tudo isso.

Crime Fighter é um jogo feito em PASCAL, com gráficos que relembram algo criado no final dos anos 80. Se você conseguir se livrar dos preconceitos, poderá experimentar um dos melhores jogos do gênero.

Depois tente lembrar da última vez em que um jogo que cabe em um diskette te trouxe tanta diversão.



15.9.06

Maestria 8-Bits

O desenvolvimento de jogos caseiros está chegando a um patamar inimaginável até alguns anos atrás. Alguns fatores são determinantes para esse crescimento, como os citados abaixo:

- A nostalgia mantida por video-games antigos;
- O crescente número de "kits de desenvolvimento" de plataformas já existentes criados por hackers;
- O desafio de desenvolver um jogo com as próprias mãos, somados às limitações dos sistemas (ou vocês acham que é fácil desenvolver uma aplicação para Atari 5200?);

Bom, com esse cenário todo montado, não é de se surpreender que algo como isso apareça:

logo-gta.gif

Promissor, eu diria, hun?

Ainda não está pronto, mas é o tipo de jogo que faz valer a pena ter aquele emulador de NES guardado no meio de gigabytes de jogos modernos no HD!

gtn_gas.gif

gtn_police.gif

Super (hacked) Mario Worlds

Nem só de irmãos bastardos vive o mundo de Mario. Graças à programadores com pouca vida social e bom coração, é possível encontrar diversas experimentações em torno dos jogos do intaliano bigodudo.

Esses jogos, são em sua maioria versões mais simples ou refeitas dos originais, valendo mais no quesito saudosismo do que como novidade, mas ainda assim são um prato cheio para aqueles que, como eu, adoram as aventuras do encanador.

Super Mario War é um jogo multiplayer para PC criado do zero com diversas modalidades de jogo, como deathmatch, GetTheChicken, Domination... O modo online multiplayer ainda não foi desenvolvido, mas com o código aberto e uma comunidade de encarnadinhos por programação disponíveis, é de se apostar que logo teremos esta opção desenvolvida, o que tornará o SMW uma grande fonte de divertimento online.

smwscreen4.png


8-bit Super Mario World nada mais é do que o clássico do Super NES(que tinha 16 bits), refeito de maneira a caber em um cartucho de 8 bits(relativo ao NES). A rom parece estar disponível, em algum lugar obscuro da internet. Comparações com as duas versões podem ser feitas nesses dois vídeos abaixo:


Versão original


Versão transformada em 8-bits

Super Mario Brother 3D, pode ser chamado de "versão remasterizado" de um clássico. Assim com as versões coloridas digitalmente de filmes de cinema, esta versão apresenta o primeiro grande sucesso da franquia com uma roupagem retocada, adicionando elementos 3D às imagens de fundo. O resultado é no mínimo, curioso.

mario3d.jpg