Apesar de a qualidade da Escapist Magazine ter deteriorado significativamente nos últimos meses, e de eu ter odiado as novas edições da revista sem o layout interessante que ela tinha inicialmente, achei muito interessantes os vídeos/editoriais deste Brit. Diversos dos comentários requerem um certo entendimento de gírias daqui, mas de qualquer maneira os gráficos e os comentários são hilariantes. Além de fazer editoriais muito interessantes, este Yahtzee (o referido Brit) tem um website com outros vídeo-comentários legais, e algo ainda mais interessante, ele produz uns jogos adventure bem sanguinários.
Esta semana, um certo artigo da Escapist Magazine comentando sobre as percepções de estereótipos étnicos nos EUA aponta para este vídeo muito interessante de um campeonato de Street Fighter ocorrido em 2004. Sim, eu sei que este post está rotulado como antigo, e o motivo disto é que Street Fighter II é um jogo genuinamente antigo, que foi apenas atualizado em alguns aspectos ao longo dos anos, mas o conteúdo do jogo permanece o mesmo. De qualquer maneira, para os que não conhecem alguns detalhes da mecânica deste jogo, a cena é de um feito quase impossível de coordenação e reflexos. Explicarei, a pessoa jogando com Chun-Li (que é a mocinha de azul) utiliza uma tática tradicional com este personagem que é assediar o oponente contando com a velocidade da mesma, enquanto que a pessoa jogando com Ken apenas fica na defensiva até o momento em que a energia dele chega no zero. Neste momento, apenas bloquear os golpes do adversário não adiantaria, visto que se perde energia bloqueando certos golpes. O jogador com Chun-Li, deveria estar tranqüilo agora, pois qualquer golpe especial terminaria facilmente com o oponente. Aqui entra a parte interessante do vídeo, pois o jogador com Chun-Li realmente usa um combo de 17 golpes os quais nenhum deles pode ser bloqueado pelo jogador com Ken, e este apara cada um destes golpes, sendo que isto, diferentemente do bloqueio, requer que se pressione um golpe específico no momento exato em que cada um dos hits do combo entraria, e responde usando um combo ele mesmo, vencendo o round.
Depois que o futuro desastre chamado PS3 foi lançado, o número de lançamentos para o futuro aposentado PS2 diminuiu consideravelmente (antes eram uns 7 lançamentos por semana, agora não chegam a isso por mês). Bem, antes de deixar o morto deitar, acho que vale a pena aproveitar o velho console ao máximo, e lembrar que os últimos jogos lançados para cada plataforma são normalmente os mais impressionantes (três palavras: "Donkey", "Kong" e "Country").
Para ilustrar isso, veja este vídeo com trechos de God of War II, que sai agora em fevereiro, para o PS2.
Ok, tive que anunciar mais um filme essa semana. Os motivos da pressa são os mesmos explicados no post anterior.
Tetris - From Russia With Love
Segundo a descrição do indivíduo que uploadeou(sic) o vídeo: "A hard to find documentary about Tetris and its creator Alexey Pajitnov. Also covers the rivalaries between Nintendo and Atari and the ... todos » absurdities of buying copyrights for software from a country that doesn't believe in property, much less intellectual property. Ultimately, a great documentary about a very important game."
Vi uns pedaços há alguns anos. Não lembro de tudo, mas lembro que gostei bastante na época. Recomendo.
Um dos vídeos mais bacanas já feito sobre os video-games foi colocado no Google Video. Recomendo a todos que puderem, com o uso do videodownloader, que baixem esta pérola em .avi enquanto os censores do Google não retiram do ar.
Eu certamente não sou fanboy de cultura japonesa, apesar de existirem coisas nipônicas que eu realmente aprecio, e outras coisas que eu tolero, o que eu realmente não tolero são marmanjos que se emocionam com baboseiras para criança. É muito engraçado discutir isto com japoneses (não nipo-brasileiros) adultos. Mas meus resmungos à parte, não pude deixar de rir desta adaptação de uma destas baboseiras para criança num tema mais.. palatável aos adultos.
Talvez isto não seja estritamente um tema de jogos de video-game, mas como cultura japonesa e video-games estão intimamente relacionados, e existe um jogo deste Dragon Ball Z (nomezinho abobado né), o post é bastante válido.
Com este post, inauguro minha fase de conteúdo novo, talvez de baixíssimo nível, talvez colar links do YouTube não caracterize conteúdo "novo", mas isto são apenas tecnicalidades. Os comentários são meus de qualquer maneira.
De antemão deixo o aviso para os Wiidiotas mais sexualizados, isto não é uma maneira segura de se utilizar o novo console da Nintendo. Eu sei que isto não consta nos guias de como utilizar o Wii, mas isto é uma questão de bom senso, que falta em muitas pessoas.
A convite do meu amigo bueno, começarei a postar aqui no Moon Patrol meus pequenos devaneios nerds. Como hoje é segunda-feira, a força de vontade para trabalho duro me falta, de modo que meu primeiro post é só uma tradução adaptada daqui, o que talvez abra precendentes para outras multiplicações de posts. Uma pegadinha nos links é que eles são todos em inglês, se tu não conseguires entendê-los, é porque não jogaste Final Fantasy o suficiente.
Digressões à parte, esta semana, em decorrência da minha busca por música de video games, me ocorreu que a maioria dos arquivos que eu tenho na minha coleção são covers das músicas geradas eletronicamente. Isto me levou a tentar encontrar as trilhas originais de alguns jogos clássicos que, na época, realmente me impressionaram pela sua música. Evidentemente, isto era uma zona de perigo, já que a minha diferença de percepção na época poderia me levar a um efeito Star Wars. Digressões a parte, nesta busca, acabei descobrindo que alguns entusiastas das músicas de jogos clássicos fizeram emuladores para as músicas analógicas geradas pelos chips de som da época, tentando emular fielmente aquele hardware, no que agora é conhecido como chiptunes (busque no google por isto).
Em uma supresa bastante agradável, descobri que, aparentemente, existe uma comunidade na rede bastante ativa que publica chip tunes, que, diferentemente dos ROMs criados pelo pessoal da emulação, não estão sendo incomodados pelas empresas de jogos. Existe também, uma grande variedade de plugins para os tocadores de audio mais populares, que permite que se escute estas músicas sem ter que guardar MP3s enormes. Até o momento, já baixei chip tunes de alguns dos meus jogos favoritos do Super NES, tipo Axelay, Top Gear, Castlevania IV, e Zelda III. Como informação inútil e irrelevante para este post, estou escutando as músicas do Top Gear enquanto digito.
Além disto, descobri que também existem algumas rádios web transmitindo chip tunes. Agora, para finalizar o post, vou deixar o link para uma palhinha da música do Top Gear. A qualidade do som é meio cheia de ecos (que eu garanto, não é culpa do jogo em si, e sim do video do YouTube), mas dá para ter uma noção do que é.
Que o Adult Swim é disparado a melhor coisa que surgiu na TV nos últimos anos todo mundo já sabe. E dentre os diversos programas apresentados no AS, um dos melhores é o Robot Chicken que consiste em animações stop motion usando personagens conhecidos da cultura pop. Eis que me deparo com essa obra-prima feita por eles:
Human Katamari: Propaganda de uma empresa de seguros, filmada nas ladeiras de São Francisco.
Humanity Katamari:Campanha publicitária feita por uma ONG sobre o avanço da AIDS na África. O que era uma influência implícita, se tornou explícita depois que um espertinho colocou a trilha do game no fundo e postou no youtube.
Costume Katamari: Não tem muita graça, mas eu queria uma fantasia dessas. Não sei se teria coragem de usar, mas ainda sim, queria.
Katamari Stop Motion ou, como seria um Katamari passado na Tv Cultura(TVE).
Katamari Damacy: The Movie. Sem explicação, espetacular. Nicolas Cage, Iron Maiden em uma superprodução hollywoodiana. Este vídeo justifica o post inteiro.